Olá Pessoal!
Demorei um pouco para postar algo novo aqui. Mas enfim, hoje quero trazer para vocês um relato muito interessante que faz parte do livro: Um Ministério com Propósitos para líderes de jovens, no qual estou lendo e é muito enriquecedor. O autor é Doug Fields.
Espero que gostem. Um abraço!
Keila G.
Para REFLETIR!!!
Pense nos grandes times de futebol. Agora pense no seu favorito. O Sucesso desse time não depende de um só componente; vários fatores combinados conduzem-no à vitória. Um time vitorioso é mais forte do que seu grande jogador sozinho. Ele também deve possuir jogadores estratégicos que colaborem para o sucesso, um bom técnico, uma equipe técnica experiente, uma posição de respeito entre os empresários do esporte, um proprietário ousado, uma administração eficiente e uma forte infra-estrutura. Geralmente os fãs de esporte não consideram todos esses fatores quando assistem a seu time favorito. Em vez disso, eles se concentram no melhor jogador do time e erroneamente supõem que o sucesso depende dele.
Infelizmente, muitas pessoas na igreja encaram o ministério com jovens com a mesma mentalidade. Elas buscam um grande jogador (o líder) para salvar "a pátria" (ministério da juventude) e desenvolver um time vitorioso (voluntários) que atraia os fãs (mais jovens). Uma vez identificado o grande jogador (tanto um ministro contratado como um leigo), os proprietários (o conselho da igreja, a comissão de seleção, o pastor titular) empenham-se em outras atividades igualmente importantes dentro da organização (igreja). Esse tipo de cenário acaba normalmente numa missão suicida para o "astro" do time. Ele chega entusiasmado e treina (trabalha) horas a fio tentando alcançar o sucesso (muitos novos jovens e programas) para satisfazer os donos do time. Mas, para agradar a todos, o jogador tem de correr (muitas vezes sem saber para onde) tão rápido, com tanta força e por tanto tempo que ele rapidamente fica esgotado e acaba com uma contusão ("entrega os pontos") e tem de ser substituído (sai do ministério ou é tirado). Neste momento, os proprietários interferem na situação e procuram por outro grande jogador que tire o time do buraco. O ciclo inicia-se de novo, sem nehum alicerce, porque o último grande jogador sentiu o peso da responsalidade de ter de ganhar sozinho.

Parece comigo.......
ResponderExcluir"Mig e Meg", eu as amo.